Mobile / Smartphone Forensics

Mobile forensics extrai e analisa tecnicamente dados de smartphones (mensagens, aplicativos, geolocalização, metadados e arquivos apagados) preservando a cadeia de custódia para que o resultado possa ser usado como prova em processo judicial.

Boa parte do dano à prova em um smartphone acontece antes da perícia começar, ainda quando alguém liga o aparelho ou tenta acessá-lo por conta própria. A orientação técnica deve vir no primeiro contato com o dispositivo, não depois.

É uma das áreas mais requisitadas por advogados criminalistas, já que boa parte da prova digital em processos penais hoje passa por aplicativos de mensagem e dados de localização armazenados em dispositivos móveis.

O que está incluído

  • Extração forense de dados de smartphones (Android e iOS).
  • Recuperação de mensagens e arquivos apagados, quando tecnicamente viável.
  • Análise de aplicativos de mensagem, geolocalização e metadados de uso.
  • Laudo técnico sobre o que foi encontrado e o que é tecnicamente possível afirmar sobre a origem e integridade dos dados.

Para quem é este serviço

Advogados criminalistas que precisam de prova técnica sobre conteúdo de smartphones, e advogados cíveis/trabalhistas em disputas que envolvem mensagens ou dados de aplicativos como evidência.

Veja também o que pode anular uma prova por quebra de cadeia de custódia e as dúvidas gerais no Centro de Conhecimento.

Perguntas frequentes

Em muitos casos sim, especialmente se a extração ocorrer antes que o espaço de armazenamento seja sobrescrito por novos dados. A viabilidade depende do modelo do aparelho, do sistema operacional e do tempo decorrido desde a exclusão.
Um print isolado é facilmente questionável, pois pode ser editado. Ele ganha força probatória quando acompanhado de perícia técnica que confirme sua origem e integridade, idealmente com acesso ao dispositivo ou à extração forense completa.
A viabilidade técnica varia por fabricante, modelo e versão do sistema operacional. Alguns aparelhos com criptografia avançada impõem limitações reais à extração completa, e isso deve ser avaliado caso a caso.
Para a extração original, sim, é o que garante a cadeia de custódia. Backups em nuvem ou extrações já realizadas por terceiros podem ser analisados, mas com ressalvas sobre a confiabilidade da cadeia de custódia anterior.
Smartphone conectado a cabo de extração forense em laboratório

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